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sexta-feira, 17 de novembro de 2023

Projeto: Consciência Afro-indígena, valorização, cultura e resistência no cotidiano popular

O referido projeto tem como coordenador, o professor Luis Ednei da Silva, Colaboradores Professores de 1º ao 9º Ano, EJA, demais funcionários e comunidade escolar.

Os Direitos Humanos e Educação Étnico Racial são impreterivelmente trabalhadas dentro dos conteúdos curriculares e através de projetos que envolve toda a comunidade escolar no mês que se comemora o dia da “Consciência Negra”, com base na LDB, BNCC e nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) que destaca a Educação das Relações Étnico-Raciais no Ensino de História, Cultura Afro-Brasileira e Africana que tornou-se obrigatório o ensino da História e da Cultura Afro-Brasileira nas etapas do Ensino Fundamental e do Ensino Médio – e temas como “O estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional” passaram a integrar os currículos das escolas brasileiras, “resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil. De acordo com a “Lei 10.639/2003 a qual destaca obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro- Brasileira". Lei Nº 11.645/2008, Art.26. Em 2011, a Lei 12.519 que instituiu oficialmente essa data como o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra”. Possibilitando a abertura de espaços para que se falasse sobre a "Consciência Negra", cujo principal objetivo é propor uma necessária reflexão sobre as causas históricas e a superação da desigualdade racial no país.

Assim como a Educação Indígena que também é trabalhada em conformidade com os currículos, respeitando a diversidade uma vez que acordo com a “Resolução CNE/CEB Nº 3 de 10 de novembro de 1999 as escolas indígenas são reconhecidas como aquelas localizadas em terras habitadas por comunidades indígenas, ainda que se estendam por territórios de diversos Estados ou Municípios contíguos e de exclusividade de atendimento a comunidades indígenas. Asseguradas pela  “Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – 9.394/1996), em seu artigo 32°, assegura às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e no artigo 78° estabelece que a educação escolar para os povos indígenas deve ser intercultural e bilíngue”, assim como amparados também pela Lei Nº 10.172 de 9 de janeiro de 2001, cujos objetivos do Plano Nacional de Educação é “Fortalecer e garantir a consolidação, o aperfeiçoamento e o reconhecimento de experiências de construção de uma educação diferenciada e de qualidade atualmente em curso em áreas indígenas”, visando a reafirmação de suas identidades étnicas, a recuperação de suas memórias históricas, a valorização de suas línguas e ciências, além de possibilitar o acesso às informações e aos conhecimentos valorizados pela sociedade nacional.

Diante desse contexto a Escola Municipal Maria de Lourdes Almeida, estará realizando esse grande evento nos dias 23 e 24 de novembro que tem como objetivo: Favorecer condições que propiciem aos alunos as vivencias concretas, na forma de agir e valorizar a cultura, as resistências e os cotidianos das populações afro-brasileiras e indígenas, desenvolvendo atividades as quais foram desenvolvidas pelos alunos, dentre as atividades teremos:

No dia 23 de novembro das 8h às 14h, serão apresentados pelos alunos os estandes das temáticas trabalhadas em sala de aula durante o bimestre como, arte, culinária, artesanato, religiosidade, empoderamento e esporte.

No dia 24, acontecerá a noite cultural afro-brasileira e indígena denominada “KWANZA- ANGATU” AYEYE (CELEBRAÇÃO E FELICIDADE), que ocorrerá a partir das 16 horas com diversas apresentações culturais. Apresentação de trabalhos visuais como: exposição representativa das figuras dos orixás, mitologia da religião de raiz africana, curiosidades e o que cada orixá representa, bem como cantorias e rituais. Todos estão convidados a participarem conosco desse evento.

Por Neci Tapajós


 

Finalização do Curso de Informática Básica e Avançada na Escola Maria de Lourdes Almeida, para alunos do 8º, 9º, 3ª e 4ª EJA

 

O Curso de Informática Básica e Avançada para alunos do 8º, 9º,  3ª e 4ª Etapas-EJA, iniciado em 10/03/2023, finalizou no dia 20/10/2023. Os alunos tiverão aulas de Introdução ao conhecimento básico da parte física do computador (Introdução a parte Técnica) e a lógica o qual teve uma carga horária de 20h/a, no primeiro semestre e no segundo semestre tiveram o avançado que também com uma carga horária de 20h/a, somando-se 40h/a. O curso já acontece desde de 2009 na escola é uma iniciativa da professora de Informática Educativa Neci Tapajós que também ministra o referido curso, o qual tem como objetivo proporcionar aos alunos e a comunidade escolar conhecimentos básicos e avançados sobre o uso das tecnologias.

Por Neci Tapajós




 

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

domingo, 17 de dezembro de 2017

projeto constr conhec 1ºano 2017

Projeto: A produção do conheciemnto com auxilio do jogo Alfabeto Motor


“Construindo conhecimento com o auxilio do jogo alfabeto motor”.  O referido projeto foi desenvolvido com alunos do 1º Ano, Turmas: 101 e 212, pelas professoras: Maria Ilma Mota Rêgo e Necy Tapajós. Teve como objetivo “Ampliar o conhecimento do aluno através da linguagem oral e escrita, com auxílio do jogo educativo alfabeto motor”, obedecendo à sequência didática trabalhada na sala de aula, abrangendo várias áreas do conhecimento. Acesse o link: https://youtu.be/y2xao4_YbJ0



 

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Escola Municipal Maria de Lourdes Almeida participa da Olimpíada Internacional de Matemática sem Fronteiras/2017.

É o 3º ano consecutivo que a Escola Municipal de Ed. Infantil e Ensino Fundamental Maria de Lourdes Almeida, Santarém-Pará, participa da Olimpíada Internacional de Matemática sem Fronteiras, promovida pela RedePoc. A cada ano os alunos tem mais um desafio a cumprir, pois participamos também da OBMEP e, com a Olimpíada Internacional não é diferente a preocupação, empolgação e o espírito competitivo se renova a cada ano e, com isso os alunos se sentem não só desafiados como também motivados e reconhecidos internacionalmente ou seja, a escola e os professores de matemática além de ficarem conhecidos, são premiados pelo esforço e dedicação durante o ano.

Estaremos aguardando os resultados, pois é com eles que saberemos o quanto nossos alunos estão aptos a qualquer desafio. A cada ano os professores preparam nossos alunos para tal competição e, é acreditando no ensino de qualidade que eles tem proporcionado aos alunos que estamos confiantes nos resultados.Acesse o vídeo no link: https://youtu.be/m6kumsBZgns



sábado, 8 de abril de 2017

QUESTÕES INDÍGENAS TEM TIRADO O SONO DOS POVOS QUE VIVEM NO BAIXO LAGO GRANDE-DISTRITO DE CURUAI.



Desde 2006, quando algumas famílias foram inscritas no Projeto Agro Extrativista- PAE, do INCRA e paralelo a esse processo, surge então à questão indígena, mas precisamente na comunidade de Ajamuri, fato esse que desde então tem tirado o sono de muitos ribeirinhos que vivem no Baixo Lago e as comunidades próximas a PA 257-Rodovia Estadual Translago. Esse processo veio se desenvolvendo e trazendo com isso vários descontentamentos para o povo tradicional que vive da agricultura e pesca nessa região.
Diante a esses acontecimentos que culminaram com processos junto ao Ministério Publico Federal de Santarém/PA, houveram várias reuniões o povo sempre buscando esclarecimentos a respeito e lutando pelo que é seu de fato e de direito, porém uma briga ferrenha se arrastou desde 2006 até os dias atuais, sem muito sucesso.
De um lado o povo indígena lutando pelos seus direitos que é fato, pois aproveitou-se o momento para gerar uma insatisfação dos dois lados, visto que o Território Indígena Cobra Grande que no momento lutava pela demarcação Territorial de suas terras, abrigou também junto ao seu processo o povo Tapajó o que causou um atraso em seu processo de demarcação das terras indígenas pertencentes a Cobra Grande. Segundo, FUNAI:
Os estudos de identificação e delimitação da Terra Indígena (TI) Cobra Grande, em Santarém (PA), foram assinados, na última sexta-feira (25), pelo presidente da Funai, João Pedro da Costa, e publicados hoje (29), no Diário Oficial da União. A publicação foi um compromisso firmado entre o presidente e representantes indígenas de diversos povos da região do Tapajós (PA), durante reunião ocorrida no dia 15 de setembro, na sede da Funai, em Brasília-DF. Dotada de uma superfície de 8.906 hectares, a TI localiza-se à margem esquerda do baixo curso do rio Arapuins. A população, composta pelos povos Arapium, Tapajó e Jaraqui, distribui-se em cinco comunidades: Caruci, Lago da Praia, Santa Luzia, Arimum e Garimpo/Caridade.

Tal processo foi se arrastando ao longo dos anos e hoje estamos com um grande problema para resolvermos, visto que o povo Tapajó buscou-se legalizar-se quanto a sua auto-identidade, cujos mesmo já são reconhecidos como povo Tapajó desde 2008, hoje buscam apenas a demarcação das terras as quais alegam ter direitos. Enquanto isso, o povo da Região do Baixo Lago, naquele momento deveria também ir em busca dos seus direitos junto ao INCRA, buscar legalização das terras, mas como tudo no Brasil fica por esquecimento e sempre para depois não pressionaram o INCRA a acelerar o processo e o tempo foi passando.
Atualmente, essa briga está cada vez mais acirrada e quase sem solução, pois hoje existem vários processos junto ao Ministério Público a respeito e ao que parece os direitos indígenas devem ser respeitados e os do povo tradicional também, essa briga está longe de acabar, pois enquanto o povo ficar de braços cruzados esperando que alguém vá até o Lago Grande ajudar, está enganado, eles tem que ir à Brasília para verificar essa questão junto a FUNAI e tentar um acordo, visto que os direitos de ambos tanto povo tradicional quanto povo indígena devem ser respeitados, assim como os limites territoriais de cada um dentro é claro, através de estudos topográficos para estudar a realidade em que se encontram os povos tradicionais que já moram ali há séculos.
Enquanto isso, o povo indígena vai ganhando força e ao que parece, se depender do governo ainda vai trazer muitas questões, pois vejam só o governo brasileiro fez grandes investimentos dando a esses povos recursos que desencadeou uma migração em massa de povos tradicionais se auto- identificarem como  indígenas e quilombolas.
Analisem o seguinte: quando o homem descobriu que o nome de Deus trazia dinheiro fácil, houve a fundação de várias igrejas e seitas no Brasil e porque não dizer no mundo. Hoje, quando o povo descobriu que o governo começou dar incentivos aos povos indígenas e quilombolas, principalmente com ajuda de custo aos estudos (bolsas de estudos), houve uma mudança de identidade em massa da população que antes diziam ser povo tradicional.
Quando o povo descobriu que o governo dava incentivo aos pescadores (Seguro Desemprego), muita gente correu para ir em busca do direito a receber esse incentivo do governo. Quando o povo descobriu que as mulheres tinham direito a receber auxílio natalidade, houve muitas mulheres engravidando tendo um filho ou mais a cada ano, principalmente as ribeirinhas(descupe-me as mesmas). Quando o povo viu os incentivos do governo para bolsa família, bolsa verde e demais bolsas não quiseram mais trabalhar (não estou generalizando). Enfim, como tudo no país se dá com uma intenção e se tira também quando estas já não estão dando resultados ou servindo de trampolim para o próprio governo, se tem a seguinte situação: o governo tirou os incentivos para alunos que iriam do Brasil para estudar em outros países com a chamada “Ciências sem Fronteiras”. Suspendeu por alguns meses o bolsa família para rever situações. Suspendeu o pagamento do Seguro desemprego dos pescadores para apurar investigações a respeito, pois gasta muito com pagamentos de seguro para pessoas que nem se quer pescam. E, agora talvez já comece investigações para apurar a identidade indígena no país, uma vez que cresceu muito a busca por uma nova identidade e, com isso os incentivos do governo também. Quem sabe, já é uma realidade, pois o governo dá e tira quando já esta lhe fazendo falta.
Hoje, praticamente já se tem no Brasil quase que a metade da população que antes eram povo tradicional, já buscaram nova identidade é muita gente! Mas é isso aí povo do Lago Grande o que resta hoje é continuar lutando pelos seus direitos e quem sabe, achar uma solução que seja bom para os dois lados, pois não resta muita coisa a fazer se não solicitar estudos e investigações junto a FUNAI e ao Governo em Brasília para que juntos possam apurar os fatos e se, o direito for totalmente seus terão êxito, mas se o Governo e a FUNAI, através da justiça chegarem a conclusão de que há possibilidade de acordo entre as partes respeitando o direito dos indígenas e do povo tradicional, aí não se tem muito a fazer o jeito é aceitar e tentar uma convivência, pois somos todos feitos a imagem e semelhança de Deus e perante a ele somos iguais sem distinção de raça, cor ou religião, se Deus é o supremo de todas as coisas quem somos nós pra dizermos que não aceitamos conviver com o nosso próximo.
Deixo aqui os meus sinceros respeitos a toda população brasileira, se fui infeliz nas minhas palavras, mas como todos nós temos direito a liberdade de expressão, apenas disse o que penso e sei a respeito da situação a qual em relação a essa questão já venho acompanhando há anos.
Com relação à comparação que fiz com as demais questões inclusive religiosa, desculpe-me todos, mas jamais tive a intenção de ofender ninguém e sim colocar como exemplos as diversas situações em nosso país e como são tratadas. Declaro aqui que respeito todos, independente de cor, raça ou credo religioso. Enquanto não respeitarmos o outro, vamos sempre estar em conflitos com o nosso próximo.
Por Necy Tapajós.






quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Participação dos Alunos do Projeto Saberes da Eja no Recital de Natal da Esc. Maria de Lourdes






Alunos do Projeto Saberes da EJA, marcaram presença no Recital de Natal da Escola Maria de Lourdes Almeida no último dia 16/12/14. Foi um sucesso.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Aulas compartilhadas- alunos do projeto Saberes da EJA

Alunos do projeto Saberes da EJA, participam de mais uma aula diferenciada em que os alunos trocam experiencias, ideias e ajudam uns aos outros compartilhando conhecimentos na disciplina de língua portuguesa, utilizando jogos educativos. Profª Neci Tapajós.






Alunas do 8º ano participam de oficina de edição de vídeo

Nesta manhã do dia 26/09/2014, a equipe de alunos que irão trabalhar com edição de vídeo na escola Maria de Lourdes Almeida, sendo esta mais uma etapa do projeto "Prevenção ao uso de drogas no contexto escolar", participaram da oficina de edição de vídeo, ministrada pela professora Neci Tapajós.


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Alunos do projeto Saberes da EJA, participam de aula diferenciada

Atualmente, a utilização  dos recursos multimidiáticos na sala de aula está trazendo tanto para alunos quanto para professores novas metodologias que proporcionam não só um momento de interação entre os discentes, mas principalmente o ensino-aprendizagem num contexto interativo, cuja as TIC's tem papel importante para a busca desse ensino inovador, principalmente por estar presente no cotidiano das pessoas. No último dia 19/09/2014, alunos do projeto Saberes da EJA, participaram de mais uma aula diferenciada no laboratório da escola São José Operário, sob a orientação da professora da turma, Necy Tapajós, com a colaboração da facilitadora do laboratório. Foi um sucesso, os alunos utilizaram os jogos livres do Gcompris, Soleil lune, lune e A?C, após a utilização dos jogos de prática de leitura, os alunos retornaram à sala e criaram seus textos utilizando as gravuras de um dos jogos.




segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Alunos do Projeto Saberes da EJA-Santarém-PA

Deram inicio as aulas para os alunos do Projeto Saberes da EJA, no último dia 04/08/2014, e para os alunos matriculados na 1ª Etapa da Educação de Jovens e Adultos as aulas iniciaram no último dia 10/08/14, na escola São José Operário a qual cedeu uma sala de aula para funcionar o projeto que é do Governo do Estado.


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Histórias em quadrinho, utilizando o HAgáQuê


As histórias em quadrinhos foram criadas pelos alunos da Escola Municipal São José Operário  que participaram do Projeto de Pesquisa  sobre Igarapé do Urumari, coordenado pela profª Neci Tapajós em 2008, como uma das ações do projto. Foram utilizados o  HagáQuê, Software Livre e Wine.



Frases motivacionais

terça-feira, 11 de dezembro de 2012